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ITC Vertebral

 

Dados apontam que 95% dos pacientes que possuem hérnia de disco não necessitam de cirurgia podendo tratar com métodos não invasivos.

Com o elevado índice de resolução de problemas de coluna (87%), hoje nós temos a certeza que encontramos um dos melhores caminhos para o tratamento de hérnia de disco e outras lesões da coluna que têm como principal sintoma a “dor nas costas”.

O nosso programa de tratamento é totalmente baseado em Evidência Científica. 

Trata-se de um Tratamento de Coluna Vertebral sem cirurgia com 87% de sucesso em mais de 9.000 pacientes. Desenvolvido no Brasil pelo ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral), a Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral, método não-cirúrgico para tratar hérnia de disco e outras lesões da coluna, como lombalgia, cervicalgia, dor ciática, protrusão discal, espondilose, artrose etc., tem conquistado projeção em outros países. México, Inglaterra, Holanda, Argentina, Chile e Venezuela recentemente solicitaram ao Instituto palestras e cursos sobre este protocolo e já instalamos unidades do ITC Vertebral em Portugal.

Este método visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.

Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral
Técnicas cientificamente comprovadas e tecnologia de última geração:

Todas as técnicas do programa têm evidências científicas.

O método foi criado em 2005 pelo fisioterapeuta cearense Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna – ABRC, reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o ITC Vertebral iniciou suas atividades em Fortaleza (CE), tendo alcançado êxito no tratamento de mais de 9 mil pacientes desde sua inauguração. De lá pra cá, o método ganhou visibilidade em todo o território nacional, expandindo suas operações para outros 21 estados e mais de 80 unidades.

9 sintomas para identificar a hérnia de disco:

• Dor nas costas há mais de três meses;

• Fica com a coluna torta quando entra em crise;

• Dor noturna, que piora durante o sono e que permanece quando você se acorda;

• A dor piora quando você fica em pé com a perna estendida;

• Não suporta ficar sentado por mais de 10 minutos;

• Perda de força em uma perna ou nas duas;

• Não consegue ficar de ponta de pé com uma das pernas;

• Dor, formigamento ou dormência nos membros;

• Não consegue segurar a urina.

Qualquer um desses sintomas representa um sério problema para a coluna vertebral. Não tome remédios por conta própria nem espere que a dor melhore sozinha.

 

O que é exatamente a hérnia de disco?

Uma lesão que ocorre com mais frequência na região lombar. Essa doença é a que mais provoca dores nas costas e alterações de sensibilidade para coxa, perna e pé.

A localização mais comum da hérnia de disco lombar é no disco que fica entre a quarta e quinta vértebra lombar (L4/L5) e no disco que fica entre a quinta vértebra e o sacro (L5/S1).

Na maioria dos casos, os sintomas melhoram naturalmente com três meses, mas podem ser auxiliados com tratamentos clínicos e fisioterapêuticos.

IMPORTANTE SABER

Mesmo o paciente se sentindo bem sem tratamento, é importante que ele faça um programa de tratamento voltado para a funcionalidade normal da coluna e para o seu fortalecimento.

As pesquisas são categóricas: após os primeiros sintomas de dores nas costas, os músculos que protegem a coluna vertebral começam a ficar fracos e atrofiados.

Conhecendo a dor ciática

Uma inflamação ou irritação do nervo mais longo do nosso corpo, o nervo ciático.

Ele também é muito volumoso, podendo ter a espessura de um dedo. Quando essa estrutura neurológica é afetada, a dor pode se estender da região lombo-sacra até o pé, passando por glúteo, coxa e lateral da perna. Essa dor é descrita pelos pacientes como uma dor profunda, como se fosse no osso.

A irradiação do nervo ocorre por compressão no seu trajeto ou no local da sua origem (raiz nervosa). As compressões poderão ser por trauma direto ou de repetição, como ficar sentado por muito tempo em uma cadeira desconfortável ou sentado sobre uma carteira de dinheiro alojada no bolso traseiro da calça.

Características da dor ciática

• Sensação de “queimação” ou dormência;

• Dor acompanhada de choques intermitentes nas nádegas que se prolongam para baixo por trás ou pelo lado da coxa e/ou perna;

• Pinçadas ou espasmos de dor na parte baixa da coluna e ao longo do nervo ciático, que percorre pela parte profunda da coxa e/ou superficial da perna indo até o pé;

• Dificuldades em realizar certos movimentos, como sentar ou levantar;

• Perda de sensibilidade (parestesias) ou fraqueza nos músculos da perna afetada;

• Perda da função intestinal ou da bexiga.

DESTAQUE NA MÍDIA

Nosso método exclusivo RMA já foi destaque em jornais, revistas e programas de TV:

» Fisioterapia Manual

Antes de qualquer tratamento que envolva movimentos de rotação articular, é importante que o terapeuta se assegure de que a amplitude de deslizamento articular é suficiente para evitar qualquer lesão à articulação.

Qualquer movimento ativo, contrarresistência ou passivo mais amplo pode lesionar uma articulação se o deslizamento articular subjacente for inadequado.

Isso é particularmente válido se o movimento de rotação osséo está próxima ao final de sua amplitude de movimento. Não se pode assumir que uma atividade mobilizadora geral irá melhorar o deslizamento articular.

É mais racional examinar, em primeiro lugar, o deslizamento normal e, se necessário, restaurar o deslizamento com tração ou a mobização por deslizamento.

Movimentos de tração e deslizamento também podem ser utilizados para manter e melhorar a mobilidade de articulação. Exemplificando: esses movimentos podem diminuir a dor, o espasmo muscular e o edema, melhorando, dessa maneira, a mobilidade sem alongar os tecidos. A disfunção dos tecidos moles pode alterar o movimento articular e diminuir a eficácia da mobilização-alongamento da articulação. É por isso que o tratamento frequentemente começa com o procedimento visando diminuir a dor e o espasmo muscular ou aumentar a mobilidade das articulações, produzindo um efeito mais duradouro.

O tratamento para melhorar a circulação e, portanto, para elevar as temperaturas dos tecidos moles é também útil para as mobilizações. O modo mais efetivo para "aquecer" os tecidos moles é o exercícios. Outras modalidades passivas também poderão ajudar.

As mobilizações articulares restauram e mantêm o funcionamento normal e indolor em articulações com hipomobilidade articular progressiva.

» Maca de Flexão-Descompressão

Este equipamento possibilita que o fisioterapeuta tenha total controle sobre a mobilidade da coluna vertebral do paciente, permitindo movimentos de flexão, extensão, látero-flexão e rotação.

Desta forma, o tratamento pode ser realizado de uma forma mais confortável e mais precisa.

Nesta mesa, aplica-se uma força de descompressão associada à flexão da coluna vertebral exatamente no nível a ser tratado.
 
Entre os efeitos desta técnica estão:
• O espaço do disco posterior aumenta em altura;
• A flexão diminui a protusão do disco e reduz a estenose;
• A flexão alonga o ligamento amarelo para reduzir a estenose;
• A flexão abre o canal vertebral em 2mm (16%) ou 3,5 mm à 6mm;
• A flexão aumenta o transporte de metabólitos para o disco;
• A flexão abre as articulações apofisárias e reduz a tensão no disco posterior;
• O núcleo pulposo não se move na flexão. A pressão intradisco cai sob a tração para baixo de 100mmHg. Na extensão o núcleo projeta-se posteriormente para o canal vertebral;
• Abertura foraminais intervertebrais aumentam dando espaço para o nervo e gânglios de raiz dorsal.
 
A ergostyle é capaz de ser regulada de acordo com a evolução do paciente, minimizando posturas dolorosas durante o tratamento.

Outra técnica oferecida pela mesa é o "Drop". O Drop é uma técnica manipulativa pouco agressiva que usa a propriocepção como embasamento de funcionalidade.

» Mesa de Tração Eletrônica

Pesquisas realizadas nos EUA mostram que técnicas de tração vem sendo usadas com sucesso durante anos no tratamento das discopatias e doenças degenerativas da coluna vertebral. Os equipamentos utilizados nos processos de tração evoluíram longe das rotinas de tratamento no brasil por questões de custos e falta de informação científica sobre este assunto em nosso país.

Grandes fabricantes de equipamentos terapêuticos e cientistas americanos investiram seriamente em pesquisas durante décadas enquanto aprimoravam técnicas seguras e eficazes de utilizar a tração vertebral e seus benefícios.

Finalmente chegamos à TRITON DTS: A mesa possui um mecanismo de deslizamento com molas que controlam o atrito do paciente sobre a mesa e garante progressão segura, suave, confortável e precisa nos processos de aplicação e retirada de carga de tração. Outros pontos positivos são as novas peças de apoio para joelhos que facilitam a retificação da coluna lombar e as cintas de contato circunferenciais que são largas e flexíveis para promover um ajuste perfeito ao padrão corporal de cada paciente.

Os ajustes de tempo, carga e tipo de tração (intermitente ou estática) e outras características
 do processo de tração são programados pelo fisioterapeuta e dependem de cada paciente e da patologia a sr tratada. por isso equipamento possui uma unidade de tração automática, computadorizada que promove uma força descompressiva no eixo axial da coluna vertebral do paciente.

A TRITON DTS ainda oferece uma chave de controle que permite ao paciente desativar a tração eletrônica sem a ajuda do fisioterapeuta em caso de desconforto, reduzindo a carga gradativamente a zero.

Essa descompressão traz inúmeros benefícios como: Aumento do espaço invertebral alongando os músculos espinhais monoarticulares, melhora a mobilidade dos ligamentos e cápsulas das facetas (que têm 30% da responsabilidade nas compressões radiculares), alarga o forame intervertebral e retifica curvaturas espinhais.

Efeitos mecânicos - melhora da circulação local; diminuição da compressão da compressão das superfícies faceterias; diminuição da compressão sobre as raízes nervosas; alongamento mecânico do tecido retraído.

Efeitos neurofisiológicos - estimulação dos mecanoceptores e a inibição da proteção reflexa que diminui o desconforto dos músculos em contração.

Este equipamento possui uma unidade de tração automática, computadorizada que promove uma força descompressiva no eixo axial da coluna vertebral do paciente.

» Estabilização Vertebral

A estabilidade vertebral é dada por elementos estáticos e dinâmicos da coluna vertebral sendo os estáticos: corpos vertebrais, articulações facetários, cápsula articular, discos intervertebrais e os ligamentos espinhais; e os dinâmicos: o sistema musculotendineo em especial os músculos multifidos e tranverso do abdômen.

A estabilidade pode ser definida como a habilidade de controlar movimento e de prevenir movimentos indesejáveis ao redor de um ponto fixo. Através da técnica de estabilização vertebral, desenvolvida na Austrália, podemos fortalecer os músculos profundos da coluna vertebral e melhorar o grau de estabilidade vertebral.

O programa de estabilização vertebral utiliza o sistema muscular para proteger as estruturas articulares da coluna de microtraumas repetitivos, dor recorrente e mudanças degenerativas.
 
Uma vez que os elementos estáticos da coluna vertebral, que sofreram ação externa lesionando-se, já não respondem à estabilização provida por estes, se faz necessário a ação dos elementos dinâmicos. Porém na presença da dor lombar esses elementos, sistema musculotendíneo, sendo mais específico os músculos multifidos, não atuam aficientemente, gerando assim a necessidade de recondicionamento do mesmo (O'SULLIVAN, 2000)

O Transverso Abdominal é um músculo mais profundo que se localiza na região ântero-lateral do abdômen e se insere anteriormente na linha alba e púbis e posteriormente na face interna, borda inferior das 6 últimas cartilagens costais, processo transverso das vértebras lombares, crista ilíaca e ¼ lateral do ligamento inghuinal.

Os Músculos Multifidos são responsáveis po 2/3 da rigidez segmentar (Richardson et al. 1999) e atuam na extensão rotação, inclinação lateral e estabilizadores lombar.

Origem: Dorso do sacro, EIPS, processos mamilares das lombares, processo transverso das torácicas e processos articulares da C4 à C7.

Inserção: Processo espinhoso de 3 a 5 vértebras acima. O papel dos músculos estabilizadores segmentares é de promover proteção e suporte às articulações através do controle dos movimentos fisiológico e translacionais, que no caso excedam 4 mm (COMEFOR  e MOTTREM, 2001 apud MARINZECK, 2002). Para que tal aconteça é necessária uma ativação tônica, de baixa intensidade e especifica estabelecendo assim o controle motos normal desses músculos (MARINZECK, 2002).

Nesta caso de controle da musulatura do tronco, segundo Kisner e Colby (2003), durante a realização dos exercícios, o terapeuta dirige a atenção do paciente para a posição em que a coluna se encontra e a sensação da contração dos músculos, objetivando a percepção da estabilização da coluna vertebral.

A aplicação da técnica:
Em primeiro momento realiza-se um treinamento da estabilização localizada que consiste em contrações isométricas do músculo abdominais com co-contrações dos músculos multifidos (BISSCHOP, 2003).
A) O paciente aprende a contrair o transverso do abdômen e multifidos.
B) Manter a co-contração do tranverso e dos multifidos enquanto realiza atividades alternadas com os membros superiores e depois inferiores. Com o objetivo de ativar os estabilizadores locais.

Em um segundo estágio o paciente aprende a contrair os estabilizadores durante atividades complexas.

Já em uma fase três é incluso a contração de músculos intrínsecos e globais.

Para isso contamos com alguns equipamentos como o Stabilizer e Eletromiógrafo de superfície. O Stabilizer é um aparelho simples destinado a registrar as alterações de pressão numa bolsa de pressão pneumática e que permite detectar o movimento da coluna e suas compensações durante o exercício.

» Musculação ou Pilates

Após o término das sessões previstas é fundamental buscar alternativas para manter os benefícios decorrentes do tratamento. Serão necessários estímulos frequentes e graduais que garantam a integridade das estruturas músculo-esqueléticas envolvidas e previnam contra novas crises.

A opção eficiente e segura é um programa de exercícios de Musculação que incluem os principais componentes da aptidão física relacionados à saúde (potência aeróbica, força e flexibilidade) ajustados de acordo com a especificidade da situação e supervisionados por profissionais de educação física que, antes do início do programa recebem do fisioterapeuta responsável pelo tratamento todas as informações necessárias para prescrever os exercícios e produzir o efeito terapêutico desejado sem sobrecarregar as estruturas de risco. O acompanhamento da evolução do treinamento ocorre através das avaliações das periódicas e frequentes modificações da rotina de treinamento.
 
Pilates:
Método elaborado por Joseph Pilates que preconiza alcançar um desenvolvimento do corpo de forma uniforme, objetivando uma melhora no condicionamento fisico e mental com exercícios globais, isto é, que exigem um trabalho do corpo todo, utilizando diferentes aparelhos e equipamentos.
Através dos seus princípios, concentração, fluidez, controle, respiração, centro de força, postura o praticante do método irá melhorar sua consciência corporal, flexibilidade, equilibrio e força muscular.

O método apresenta movimentos fluidos de força e alongamento, feitos sem pressa e com poucas repetições. Realizadas por Fisioterapeutas e profissões de Educação Fisica, estes alunos devem ser orientados sobre o principio do método e uma avaliação especifica deve ser realizada para assim delimitar os objetivos de cada praticante se terapêutico ou se mais voltado para o fisico.

O método tem como principais benefícios:
• Aumenta a resistência física e mental.
• Maior controle corporal;
• Melhora da postura;
• Aumento da flexibilidade, tônus e força muscular;
• Alívio das tensões, estresse e dores crônicas;
• Melhora da coordenação motora;
• Maior mobilidade das articulações;
• Estimulação do sistema circulatório e oxigenação do sangue;
• Facilita a drenagem linfática e aliminação das toxinas;
• Fortalecimento dos órgãos internos;
• Aumento da concentração;
• Trabalha a respiração;
• Promove o relaxamento.

» Patologias Tratadas

• Artrose

• Cervicalgia

• Cifose

• Degeneração Discal

• Dor Ciática

• Escoliose

• Espondilolistese

• Espondilose

• Estenose

• Hérnia De Disco

• Instabilidade Vertebral

• Lombalgia

• Lordose

• Protrusão Discal

• Síndrome Facetária